O intestino grosso é o último órgão do aparelho digestivo e seu nome correto é cólon. É um órgão bastante longo e, por conta disso, cada segmento recebe um nome diferente para facilitar a comunicação entre os médicos.
A primeira porção é chamada de ceco e é onde está localizado o apêndice cecal e onde o intestino delgado chega até o cólon. A segunda porção é chamada de cólon direito ou ascendente, a terceira é o cólon transverso, a quarta é o cólon esquerdo ou descendente, a quinta porção é o cólon sigmoide e o final é chamado de reto.
Portanto, o reto faz parte do intestino grosso, apesar de apresentar algumas características especiais principalmente em relação ao câncer desta região. Aí o motivo pelo qual a doença recebe esse nome - câncer colorretal.
Neste artigo, vamos explicar o que é o câncer colorretal, seus principais sintomas e os fatores de risco que podem contribuir para o aparecimento da doença. Entenda a seguir!
Também chamado de câncer do cólon e reto ou câncer do intestino grosso, o câncer colorretal é um dos tipos mais comuns da doença.
Trata-se de um tumor maligno que, geralmente, começa com pequenas lesões benignas no cólon ou reto, chamadas de pólipos. À medida que essas lesões evoluem, elas podem se tornar malignas, resultando nesse tipo de câncer.
No entanto, não são todos os tipos de pólipos do intestino grosso que podem ter essa evolução, sendo isso mais comum nos Adenomas ou pólipos Adenomatosos do intestino grosso. Na realidade, entendemos que todos os Adenomas do intestino grosso irão sim evoluir para o câncer do intestino grosso em praticamente 100% das pessoas se não forem removidos precocemente pela colonoscopia enquanto são ainda apenas pequenas lesões benignas.
O câncer colorretal pode ocorrer tanto em mulheres quanto em homens. Segundo dados do INCA, há uma estimativa de 40.990 novos casos para 2020, sendo 20.520 em homens e 20.470 em mulheres.
No Brasil, excetuando-se os cânceres de pele, o câncer colorretal é o segundo tipo mais comum entre as mulheres, ficando atrás apenas do câncer de mama. Em homens, ele é o terceiro mais frequente, seguido do câncer de próstata e do câncer de pulmão.
Se considerarmos apenas os estados Sul e Sudeste e as capitais do Brasil, a ocorrência do câncer colorretal aumenta ainda mais, tornando-se o segundo tipo mais frequente entre os homens também.
E o número de mortes também não fica para trás. Conforme estatística feita pelo INCA, em 2017 foram 18.867 mortes por câncer colorretal, sendo 9.207 homens e 9.660 mulheres.
Diante disso, vale mencionar que, apesar dos altos números, o câncer colorretal é tratável. Se diagnosticado de forma precoce, as chances de cura são grandes. Por isso, é fundamental ficar atento aos sintomas e aos fatores de risco.
Os pacientes com câncer colorretal podem apresentar uma série de sintomas, tais como:
É importante destacar que, nos estágios iniciais, o câncer colorretal costuma ser completamente assintomático. Geralmente, só em casos mais avançados é que os pacientes começam a apresentar sintomas.
Por isso, é de suma importância realizar exames de rastreamento, como o exame de colonoscopia, seguindo todas as recomendações médicas e antes mesmo de apresentar qualquer sintoma.
Com exames preventivos, é possível detectar a presença de pólipos ou lesões benignas, antes que se transformem em um tumor maligno. E, mesmo se o câncer já estiver instalado, é possível detectá-lo precocemente e evitar que ocorra metástases, isto é, que se espalhe e atinja outros órgãos.
Para a detecção precoce do câncer colorretal, é importante ficar atento aos fatores de risco. Os principais são:
Portanto, caso você apresente algumas dessas patologias ou possua parentes de primeiro grau com câncer colorretal ou tenha mais de 50 anos ou note algum desses sintomas, é fundamental consultar um especialista o quanto antes.
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Lembre-se de procurar um médico de confiança para avaliar o seu caso e realizar o exame de colonoscopia. Quanto mais precoce for o diagnóstico, maior a chance de tratamento curativo!
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