O câncer no estômago – também chamado de câncer gástrico – é um dos mais frequentes tipos de tumor do trato gastrointestinal.
O subtipo mais frequente é o adenocarcinoma gástrico, representando cerca de 90% dos casos de câncer no estômago. Outros subtipos mais raros são os sarcomas e os linfomas.
Segundo os dados do INCA de 2018, a doença foi responsável por 14.761 mortes. Mas, afinal, o câncer no estômago tem cura? A seguir, explicamos como é feito o diagnóstico e quais são as possibilidades de tratamento. Entenda!
O diagnóstico do câncer no estômago é feito com o exame de endoscopia digestiva alta, através do qual é possível visualizar a região do esôfago e do estômago e retirar fragmentos do tecido para o estudo de biópsia.
Em caso de confirmação, o médico solicita exames de tomografia para verificar a extensão do tumor e se há ou não metástases (quando o tumor já se espalhou para outras regiões do corpo). Isso porque o tratamento do câncer no estômago depende do estadiamento da doença, que varia do estádio I ao IV, sendo do mais precoce ao mais avançado.
Por isso, é importante ressaltar que o diagnóstico nas fases mais iniciais da doença é fundamental para elevar as chances de tratamento e cura. A detecção precoce pode ser feita por meio de exames clínicos, laboratoriais e radiológicos quando o paciente apresenta sinais como:
Vale lembrar também que pessoas com fatores de risco devem buscar a detecção precoce. Alguns fatores que aumentam a chance de câncer no estômago são:
Como dissemos, quanto mais precoce o diagnóstico, maiores as chances de cura. Nos estágios I e II, em que o tumor está restrito ao estômago e aos gânglios linfáticos próximos, o tratamento é cirúrgico, podendo ou não ser complementado com quimioterapia ou radioterapia pós-operatória, conforme os resultados da cirurgia.
No estágio III, o tratamento consiste em cirurgia com quimioterapia antes ou depois da operação, o que aumenta as chances de cura. A retirada total ou parcial do estômago depende de um conjunto de fatores, como localização, extensão e classificação do tipo de tumor.
Já no estágio IV, quando há metástase, a cirurgia não é mais curativa e o tratamento é então paliativo, com o objetivo de amenizar os sintomas, oferecer melhor qualidade de vida ao paciente e aumentar sua sobrevida.
Então, saiba que sim, o câncer no estômago tem cura, mas o diagnóstico precoce é essencial. E, mesmo com a cirurgia radical, o paciente pode viver sem estômago após uma adaptação do organismo à nova situação e com suplementação de vitaminas.
Por isso, não deixe de buscar tratamento precoce com um especialista. E, para mais informações sobre o assunto, acesse nossa Central Educativa!
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