Devido aos avanços da medicina nos últimos anos, a cirurgia de câncer de estômago passou a oferecer mais segurança e conforto aos pacientes submetidos a esse tipo de intervenção.
Além disso, o uso de equipamentos de ponta e de recursos tecnológicos avançados
aumentam as taxas de sucesso no tratamento desta condição e reduzem o impacto da cirurgia na recuperação dos pacientes.
Quer saber mais? Ao longo desse conteúdo, explicaremos tudo sobre a cirurgia de câncer de estômago. Vamos lá?
O câncer de estômago, também chamado de câncer gástrico, refere-se ao crescimento anormal de células nesta região, podendo ser desencadeado por inúmeros fatores. Entre eles, destacam-se: dieta pouco saudável, histórico familiar, tabagismo e infecção crônica pelo Helicobacter pylori.
Existem diversos tipos de cânceres gástricos, sendo esses 3 tipos os mais frequentes: o adenocarcinoma (mais comum), linfoma e o tumor estromal gastrointestinal. O tratamento costuma variar segundo o
grau de desenvolvimento, o tipo de câncer que o paciente apresenta, localização do tumor e condições clínicas do paciente.
A cirurgia de câncer de estômago costuma ser indicada tanto em estágios iniciais, a fim de buscar a cura da doença, quanto em etapas mais avançadas para trazer maior conforto nas situações em que a cura deixa de ser uma possibilidade.
No entanto, a intervenção dependerá da avaliação de um especialista e da análise dos seguintes critérios:
Após recomendar a cirurgia de câncer de estômago, o médico determinará qual o tipo de procedimento mais adequado. Conheça cada um deles.
Gastrectomia subtotal
Trata-se da remoção da parte do estômago que contém o tumor, juntamente com uma margem de tecido saudável ao redor do mesmo para garantir a remoção completa do tumor, além dos linfonodos adjacentes. O restante do estômago é então re-conectado ao intestino delgado.
Neste caso, consiste na remoção total do estômago seguida da ligação do esôfago diretamente ao intestino delgado. Esta cirurgia é geralmente realizada para cânceres maiores, ou quando a doença se espalhou por todo o estômago ou quando mesmo tumores menores estão localizados próximos à região de conexão entre o esôfago e o estômago.
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Ambas as gastrectomias citadas acima podem ser feitas via videolaparoscopia ou por via robótica, se tratando de técnicas modernas e minimamente invasivas.
Outra opção é a cirurgia tradicional. Essa técnica envolve uma grande incisão no abdômen e costuma envolver
uma recuperação mais lenta e complexa, associada também a maiores taxas de complicações e dor, sendo muito pouco indicada hoje em dia.
A ressecção endoscópica costuma ser indicada em casos de câncer gástrico em estágio muito inicial. A técnica consiste na ressecção da mucosa até a retirada total do tumor. O procedimento é feito por meio de um endoscópio introduzido por via oral, semelhante ao que ocorre em um exame de endoscopia convencional. No entanto, é necessário um endoscopista com treinamento especializado neste tipo de tratamento.
Geralmente, após a cirurgia de câncer de estômago, podem ser recomendadas sessões de quimioterapia.
Se a cirurgia envolver a retirada parcial ou total do estômago, pode ser necessário o uso de uma sonda alimentar e/ou a ingestão de suplementos vitamínicos
durante algum tempo.
Independente do tipo de operação, o paciente costuma ficar, em média, de 3 a 6 dias internado. Durante esse período, o uso de drenos abdominais podem ser necessários e a perda de peso é comum.
Geralmente, o tempo de cicatrização total
é de 2 semanas, porém, esse período pode ser mais longo a depender do tipo de procedimento. Ao longo desse período, a dieta líquida e pastosa deve ser mantida
conforme as recomendações médicas e variam a depender do tipo de cirurgia que foi realizada.
Vale destacar que, no caso de gastrectomia total, o esôfago é conectado diretamente ao intestino. E, embora haja uma mudança significativa no processo digestivo, é possível levar uma vida normal. No entanto, é preciso proceder com algumas mudanças de hábitos alimentares, como
a adoção de uma dieta saudável, uso de vitaminas e suplementos alimentares.
Ainda, o paciente deve fazer acompanhamento médico durante 5 anos e realizar exames periódicos. Assim, é possível
monitorar e detectar a reincidência da doença.
Para diagnosticar o câncer de estômago, normalmente, são feitos alguns exames e avaliação clínica.
Referente aos exames, os comumente solicitados são:
Sobre a avaliação clínica, o médico analisará eventuais
massas no estômago perceptíveis ao exame físico e a existência de determinados sintomas, como constipação, diarréia, fezes com sangue e incômodos estomacais frequentes, além da presença de gânglios em região do pescoço e umbigo.
Leia também: Mas afinal, câncer de estômago tem cura?
Caso você esteja com dores estomacais incomuns ou precise realizar a cirurgia de câncer de estômago, conte com um especialista experiente!
Além de realizar um diagnóstico preciso, é esse profissional quem vai sugerir qual o melhor tratamento a ser seguido.
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